segunda-feira, 13 de abril de 2015

Os Fatos Mais Relevantes em Torno da Infância de Jesus

Resumo baseado na revista Lições Bíblicas Adultos da CPAD - 2º Trimestre de 2015 (Jesus, o Homem Perfeito - O Evangelho de Lucas, o médico amado) | Lição 3 | AD Belém - Congr. Elias Fausto/SP - Jonas M. Olímpio

A infância de Jesus não foi muito
fácil, pois Ele não só se dedicou
às obrigações normais de qualquer
jovem da época, o que consistia no
aprendizado secular e religioso,
mas também a ajudar seu pai
seguindo sua profissão. Conciliar
tudo isso com perfeição foi
possível pelo fato de Ele ter
sido, desde pequeno, esforçado em
manter-se também em comunhão
com Deus.
Lucas 2:46-52; 3:21,22
Lucas 2:46-52 - E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. 47E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. 48E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos. 49E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? 50E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. 51E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas. 52E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
Lucas 3:21,22 - E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu; 22E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo.

    Assim como os demais autores dos Evangelhos, Lucas também não fornece muitos detalhes a respeito da infância de Jesus. Apesar disso, ele traz algumas informações importantes que nos ajudam a imaginar como foi sua vida após seu nascimento e antes da concretização do seu ministério terreno. Ao examinar as Escrituras podemos perceber que Jesus possui perfeitas características divinas, pois mesmo como homem manteve sua santidade claramente visível em toda sua maneira de agir. Seus pais sabiam de sua divindade (Mt 1:20,21; Lc 1:30-35), mesmo assim chegaram a se espantar com algumas de suas atitudes (Lc 2:49,50). Apesar de não ser uma criança como as outras, Ele teve uma vida comum de acordo com os padrões da época. Mesmo com suas inusitadas particularidades, Ele foi, além de uma criança exemplar, um garoto absolutamente normal (Lc 2:46-52; 3:21,22).
    Fisicamente, aqui na terra, Jesus não usufruía de privilégios divinos, ou seja: seu corpo não era sobrenatural. Embora não aja relatos de que Ele tenha sofrido algum acidente ou enfrentado qualquer doença, podemos ter a certeza de que seu corpo era exatamente como o nosso, e certamente Ele se cuidava muito bem em todos os sentidos. Em seu terceiro capítulo, Lucas relata que o menino crescia espiritual, intelectual e fisicamente. Isso prova que, ao contrário do que muitos pensam, embora que desde criança Ele tivesse consciência de sua divindade, estava vivendo num corpo tão frágil e limitado como todos nós e muitas coisas Ele aprendeu ou desenvolveu com o decorrer do tempo. Uma prova desse desenvolvimento, principalmente físico, está no fato de a palavra grega traduzida em português como estatura é “helikia”, mesma expressão usada em outros textos referindo se a altura ou tamanho de uma pessoa (Lc 19:3; Jo 9:21,23). Negar que Ele teve um corpo físico e uma infância normal consiste em heresia contrariando as próprias Escrituras Sagradas (Lc 2:40).
    Tanto Lucas quanto os demais autores dos Evangelhos constatam como Jesus tinha características físicas tão normais como de qualquer outro ser humano. Vejamos alguns exemplos: Ele sentia cansaço (Jo 4:6), fome (Mt 4:2; 21:18), sede (Jo 19:28), tristeza (Lc 19:41; 25:38; Jo 11:33-35), revolta (Jo 2:14-16[1] [2] [3]), alegria (Lc 10:21a) e dor (Mt 27:34,46[4]). Seu aspecto físico, ao contrário do que mostram as grandes produtoras de filmes supostamente cristãos, não era nada sedutor, pois, como Deus já tinha revelado ao profeta Isaías cerca de 700 anos antes do seu nascimento, nEle não havia parecer nem formosura; não havia beleza alguma para que alguém pudesse deseja-lo (Is 53:2). Portanto, não foi pela aparência que Ele conquistou multidões, mas pela graça de Deus e o Espírito Santo que estava sobre Ele; uma grande prova disso é que apesar de ser famoso por onde passava, nem todos os conheciam e, quando Judas o traiu precisou dar um sinal - um beijo - para que os soldados soubessem quem Ele era. Assim podemos perceber que em sua aparência não havia nada de espetacular, pois Ele era apenas um simples judeu de aspecto comum como qualquer outro. Assim sendo, Ele teve uma infância, uma adolescência, todo o seu período de juventude absolutamente normal, sofrendo as mesmas tentações que os demais e sempre conseguindo resistir a elas, pois nEle não havia pecado. Dessa forma, aprendemos que não precisamos ser dotados de capacidade ou aparência extraordinária para obtermos êxito em nossas ações e ao mesmo tempo agradar a Deus (1ª Jo 2:5,6).
    Como bem se sabe a respeito da história dos judeus, sempre houve entre eles um grande zelo pela família. Tal cuidado, tão bem ensinado e instituído pela Lei, era seguido à risca e devidamente fiscalizado pela sociedade e pelo responsável por cada casa; pois, além de seu valor moral, essas regras tinham o temível peso religioso. Então cuidar das viúvas, dos órfãos, proteger as mulheres e respeitar a autoridade masculina não era uma simples questão de educação, e sim uma ordem estabelecida por regras, entre as quais estavam também incluídas severas punições a quem não as obedecesse. A estrutura social hebraica estava enquadrada em bases que se classificam da seguinte forma: endógama (casamento entre parentes: descendentes da mesma tribo), patrilinear (a hierarquia de descendência é de pai para filho), patriarcal (o pai é o chefe da família), patriolocal (a mulher que se casa tem que ir para a casa do marido: ele tem toda a responsabilidade sobre ela), ampliada (os parentes fazem parte do mesmo grupo familiar) e polígena (não há controle de natalidade: as famílias são muito grandes). Sendo autênticos judeus, os familiares de Jesus não fugiam a esse contexto. Tanto que, mesmo sabendo que Ele era um ser de origem divina, não se acharam no direito de transgredir a Lei Mosaica e respeitaram todos os rituais divinos, começando por sua circuncisão[5] e a oficialização do seu nome ao oitavo dia de nascimento, incluindo o sacrifício das aves que deveria ser oferecido (Lc 2:21-24); no caso de famílias com melhores condições financeiras tinha que se oferecer, junto com uma dessas aves, um cordeiro (Lv 12:6-8[6]); então o fato de José e Maria terem oferecido apenas as duas aves derruba totalmente a teoria dos pregadores da tal “teologia da prosperidade” que diz que Jesus era de família rica. Nos dias atuais, independentemente de nossas condições financeiras, será que estamos cumprindo nossas devidas responsabilidades como pais no que se refere à educação espiritual dos nossos filhos (Lc 2:39)?
    Outra coisa que mexe com nossa imaginação, mas que também não está relatada nos Evangelhos é sobre a influência cultural de Jesus em sua infância e adolescência em relação a sociedade em que vivia. Lucas e os demais autores nos permite ter uma noção sobre isso em algumas de suas narrações sobre seu período ministerial. Por exemplo: Como um judeu comum, Ele tinha o costume de frequentar a sinagoga[7] de Nazaré[8], aonde vivia e foi criado, e se levantar para ler alguma parte das Escrituras Sagradas. Ao que parece, essa parte da liturgia se assemelha às “oportunidades para saudação” que temos hoje em nossas congregações, e ao que parece também Ele não era um pregador muito querido, pois não pregava “bênçãos” da forma como o povo gostava de ouvir (Lc 4:16-30); como qualquer homem normal, Ele também trabalhava e era conhecido como carpinteiro, a mesma profissão de José, sendo comum a tradição de os filhos seguirem o caminho dos pais em seu trabalho cotidiano (Mc 6:3); sua aparência também deixava transparecer sua origem, por isso os samaritanos não o quiseram receber com seus discípulos quando viajavam para Jerusalém (Lc 9:51-53); seu sotaque era o mesmo da população daquele lugar, pois quando Pedro o negou, foi logo reconhecido por seu modo de falar, o qual permitiu que as pessoas o identificassem como um seguidor de Jesus (Mc 14:70). Porém, apesar de sua perfeita adaptação à sociedade que fazia parte, Ele não se deixava levar por suas influências negativas (Jo 17:14-16). Embora esses exemplos que vimos tenham ocorrido em seus últimos três anos na terra, cremos que sua conduta foi a mesma durante a infância e adolescência devido a educação que recebera e o respeito que tinha por seus pais (Lc 2:41).
    A busca pelo desenvolvimento intelectual sempre fez parte da vida de Jesus, pois Ele se interessava pelo aprendizado e era um excelente ensinador. O maior exemplo disso é o fato de que Ele, com apenas doze anos de idade, nem fez questão de acompanhar seus pais na volta do templo para casa e ficou entre os doutores ouvindo seus ensinamentos, interrogando sobre seus conceitos a respeito da Lei e também dando respostas, impressionando a todos com seu incrível conhecimento das Escrituras e domínio de oratória. Certamente, o mais incrível para eles, mais do que sua pouca idade, era a sua capacidade intelectual. Podemos notar a excepcionalidade desse caso pelo fato de num lugar aonde, por tradição, predominava o respeito pela sabedoria dos anciãos, os grandes mestres terem parado para ouvir uma criança (Lc 2:41-52). A partir daí, podemos imaginar o quanto Ele deve ter impressionado seu professores e colegas ao longo da vida. Qual é a imagem que estamos passando como cristãos em lugares aonde devemos, de alguma forma, expressar conhecimento e sabedoria (1ª Co 2:15,16)?
    Como bem sabemos, Jesus teve todas as características humanas, nas quais estavam também incluídas suas reações emocionais. No entanto, Ele jamais reagiu como um homem comum e até em situações de conflito - pois Ele sempre foi muito desafiado, principalmente pelos senhores do templo - não perdia o controle sobre a situação e respondia calmamente e de acordo com a Palavra de Deus; até no próprio Diabo Ele deu um show de “Bíblia” sem precisar confrontar para vence-lo. A única vez em que Ele aparentou ter excedido em sua reação, foi nos episódios da purificação do templo (Jo 2:14-16; Mt 21:12,13; Mc 11:15-17; Lc 19:45,46), mas há uma explicação coerente para isso: em nenhum dos relatos, tanto de Lucas quanto dos demais narradores dos Evangelhos, existe a afirmação de que Ele tenha espancado os tais vendedores; Ele somente fez uso de expressões mais ásperas do que costumava usar se colocando numa postura de autoridade em ocasiões em que não adiantaria chegar cordialmente pedindo “por favor” para que parassem de comercializar num local sagrado. Além do mais, essas duas ocorrências são únicas: o desrespeito à Casa de Deus realmente o tirava do sério. Seu comportamento sempre expressou calma e autocontrole, e isso, certamente, lhe foi ensinado por seus pais, os quais eram da mesma forma, pois José demonstrou extraordinária compreensão e passividade quando um anjo lhe disse que sua noiva estava grávida de um filho que não seria dele, e Maria reagiu com obediência e tranquilidade ao saber que fora escolhida para se submeter a esse ato. Assim sendo, seu Filho foi educado num ambiente de paz e muita calma; educação essa que consistia também no incentivo na busca espiritual. É óbvio que Jesus não tinha comunhão com Deus apenas por influência de seus pais, pois Ele tinha consciência de sua natureza divina; no entanto, a educação religiosa que lhe foi dada nos serve de exemplo dos cuidados que devemos ter em ensinar nossos filhos, para que estes tenha êxito em suas atividades e longa vida na terra (Ef 6:1-4).
    Por duas vezes em seu livro, referindo-se a Jesus, Lucas usa expressão “graça” quando fala do seu crescimento. Em seu sentido original, essa palavra vem do grego charis e significa “favor”, “benevolência”; teologicamente, considera-se como um ato de bondade de Deus para com o ser humano. No contexto popular, “cair na graça” ou “ter graça” significa ter carisma para conquistar ou convencer as pessoas. Uma pessoa cheia da graça é bem vista e obtém êxito em suas ações. Espiritualmente falando, ser cheio da graça é ser portador dos requisitos bíblicos exigidos para ser considerado um verdadeiro cristão: amor, obediência, compreensão, bondade, mansidão, etc. E com Jesus não foi diferente: tanto no sentido espiritual quanto no moral, a graça estava com Ele desde criança. Mesmo sua vida não tendo sido fácil devido às condições em que vivia, não temos como imaginá-lo, mesmo em sua infância ou adolescência, murmurando ou maldizendo em qualquer situação de adversidade que enfrentasse. Ter graça não é ter tudo, mas saber viver bem com tudo o que tem. Sendo seus imitadores, será que estamos demonstrando ter a sua graça sobre a nossa vida (2ª Co 13:13)?
    Jesus, sendo Deus, tem plena capacitação espiritual; no entanto, como homem, as Escrituras revelam que seu ministério terreno cresceu gradativamente. Em Lucas 2:40,52, ao falar a respeito da graça de Deus sobre Jesus, o escritor usa a expressão “crescia”, o que significa que houve um desenvolvimento, pois, por questão de lógica, algo que cresceu passou por uma alteração de tamanho, ou seja: terminou num estado maior do que estava antes. Aí entra aquela velha questão dos cristãos fanáticos: “Mas Jesus é Deus, Ele não precisou aprender nada, pois já nasceu sabendo de tudo!”. A esses só temos que orientar que, mesmo não tendo perdido sua divindade, estando num corpo humano, Ele também tinha limitações como nós temos. Tais limitações apenas não interferiram em sua santidade, pois nEle não houve pecado (Hb 4:14,15; 1ª Pe 3:21,22; 1ª Jo 3:5), porém, sua vida espiritual dependia de perseverança na busca diária, e a maior prova disso está no fato de que Ele precisava sim orar, e orava muito (Lc 6:12; 22:39-46). Outro grande exemplo de crescimento espiritual está em seu batismo, pois foi nesse momento em que o Espírito Santo desceu sobre Ele. Pode sim esse acontecimento ter sido apenas simbólico, pois Ele não tinha pecado, mas nossos pecados estavam sobre Ele; porém, representa também o revestimento necessário para o crente fazer a sua Obra, pois, coincidência ou não, é a partir daí que seu ministério terreno começa oficialmente (Lc 3:21,22; 4:1). Isso nos ensina que precisamos saber esperar o tempo de exercer plenamente os dons que nos foram concedidos, pois experiência e maturidade se consegue com o tempo, e essas são virtudes essenciais para servirmos e adorarmos a Deus racionalmente (Rm 12:1; 1ª Co 14:40). Quando criança Jesus disse que lhe convinha tratar dos negócios de seu Pai e, de fato, por toda sua juventude cuidou em cumprir sua missão; mas, apesar disso, seu ministério começou de fato a partir de seus 30 anos de idade. Apesar de estarmos sempre envolvidos com algo na prestação de serviços ao Rei, devemos entender que nossos dons estão sempre em fase de aperfeiçoamento, por isso devemos estar sempre aptos a aprender (Ef 4:11-15; 2ª Tm 3:14-17).
    Jesus, mesmo sendo Deus, aplicou sua vida na busca do desenvolvimento de todas as formas. Historicamente, sabemos que Ele viveu sua infância numa época nada fácil em que as condições sociais eram precárias e o domínio religioso era totalmente contrário aos ensinamentos da Lei Sagrada. Alguma diferença dos dias atuais? No entanto, nada disso serviu como desculpa para que Ele se corrompesse ou desistisse de sua missão. As influências que estavam a sua volta - dinheiro fácil, garotas, diversões profanas e religiões mais agradáveis - não o conquistaram, e a incredulidade rebelde do povo com os seus inúmeros pecados não lhe fizeram dar lugar à sua ira executando condenação contra a humanidade, muito pelo contrário, fizeram aumentar seu amor por compreender que os pecadores necessitam de ajuda. A juventude atual, com poucas exceções, não tem conseguido seguir seus passos e precisa, com urgência, se lembrar que está comprometida com a “cruz” - o julgamento divino -, e que não há como escapar dela. Jesus, conforme relata o que vimos no Evangelho escrito por Lucas, foi vencedor do nascimento até a morte, provando-nos que mesmo com as limitações humanas é sim possível resistir a todas as tentações a nossa volta. Mas para alcançarmos tal objetivo precisamos obedecer a sua Palavra, a qual nos orienta a andarmos como Ele andou e isso inclui o crescimento espiritual e intelectual (2ª Pe 3:17,18).



[1]Azorrague: Açoite de várias correias trançadas, atadas a um pau, ou de uma correia só.
[2]Cordel: Corda fina; barbante, cordão, guita.
[3]Cambiador: Cambista (aquele que trabalha em câmbio, papéis de crédito e troca de moedas). Pessoas que trocavam moedas estrangeiras pelas usadas em Israel (Mt 21:12).
[4]Fel: Líquido amargo produzido pelo fígado (Sl 69:21; Mt 27:34).
[5]Circuncisão: Cerimônia religiosa em que é cortada a pele, chamada prepúcio, que cobre a ponta do órgão sexual masculino. Os meninos israelitas eram circuncidados no oitavo dia após o seu nascimento. A circuncisão era sinal da Aliança que Deus fez com o povo de Israel (Gn 17:9-14). No Novo Testamento, o termo às vezes é usado para designar os israelitas (Gl 2:8; Cl 4:11). Outras vezes significa a circuncisão espiritual, que resulta numa nova natureza, a qual é livre do poder das paixões carnais e obediente a Deus (Jr 4:4; Rm 2:29; Cl 2:11; Fp 3:3).
[6]Assaz: Bastantemente, quanto é preciso, suficientemente. Muito.
[7]Sinagoga: Casa de oração dos judeus, que começou a existir provavelmente durante o cativeiro. As sinagogas se espalharam pelo mundo bíblico. Nelas, adultos e crianças adoravam a Deus, oravam e estudavam as Escrituras (Lc 4:16-30). A doutrina cristã se espalhou entre os judeus por meio das sinagogas (At 13:13-15), cuja organização e forma de culto foram adotadas pelas igrejas cristãs.
[8]Nazaré: Cidade localizada no sul da Galiléia. Ali Jesus cresceu e ali vivia a sua família (Lc 1:26-27; 2:4,51; 4:16).

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