quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

As Pragas Divinas e as Propostas Ardilosas de Faraó

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 1º Trimestre de 2014 - Uma Jornada de Fé - Lição 3 | Jonas M. Olímpio

Faraó enfrentou nove pragas, e fez
várias propostas enganosas, mas
somente se sensibilizou quando viu
seu filho morto, e ainda assim
voltou a perseguir o povo de Deus;
a maldade, a ambição, a
incredulidade, o orgulho e a
vingança afastam tanto o homem
de Deus que podem torná-lo
inimigo dEle
TEXTO ÁUREO
Ef 6:11 - "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo."

VERDADE PRÁTICA
    Como salvos por Criso, podemos pela fé vencer o Diabo em suas investidas contra vós.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Êxodo 3:19,20; 7:4,5; 8:8,25; 10:8,11,24

Êxodo 3:19,20
19 - Eu sei, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir, nem ainda por uma mão forte.
20 - Porque eu estenderei a minha mão, e ferirei ao Egito com todas as minhas maravilhas que farei no meio dele; depois vos deixará ir.

Êxodo 7:4,5
4 - Faraó, pois, não vos ouvirá; e eu porei minha mão sobre o Egito, e tirarei meus exércitos, meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes juízos.

5 - Então os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando estender a minha mão sobre o Egito, e tirar os filhos de Israel do meio deles.

Êxodo 8:8,25
8 - E Faraó chamou a Moisés e a Arão, e disse: Rogai ao Senhor que tire as rãs de mim e do meu povo; depois deixarei ir o povo, para que sacrifiquem ao Senhor.
25 - Então chamou Faraó a Moisés e a Arão, e disse: Ide, e sacrificai ao vosso Deus nesta terra.

Êxodo 10:8,11,24
8 - Então Moisés e Arão foram levados outra vez a Faraó, e ele disse-lhes: Ide, servi ao Senhor vosso Deus. Quais são os que hão de ir?
11 - Não será assim; agora ide vós, homens, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó.
24 - Então Faraó chamou a Moisés, e disse: Ide, servi ao Senhor; somente fiquem vossas ovelhas e vossas vacas; vão também convosco as vossas crianças.

COMENTÁRIO RESUMIDO
AS PRAGAS DIVINAS E AS PROPOSTAS ARDILOSAS DE FARAÓ
Introdução
    Faraó não ouviu a Moisés e se recusou a deixar o povo hebreu sair do Egito. Em consequência disso, não somente para livrar o povo, mas também para mostrar aos idólatras egípcios o seu poder, Deus avisou a Moisés que estenderia suas mãos contra aquele lugar. Após as quatro primeiras pragas (os rios se tornaram em sangue e as pragas das rãs, dos piolhos e das moscas), o faraó tentou “negociar” fazendo a primeira das quatro propostas tentando amenizar a situação, mas não favorecendo totalmente o povo de Israel; porém, Moisés, guiado por Deus, teve sabedoria para discernir as armadilhas não cedendo às palavras do faraó.
    O tempo todo, o inimigo, de forma oculta, nos oferece propostas que parecem tão boas e inocentes que, se não estivermos realmente sendo guiados pelo Espírito Santo, acabamos caindo em suas armadilhas.
Êx 3:19,20; 7:4,5; 8:8,25; 10:8,11,24

I - AS PRAGAS ENVIADAS E A PRIMEIRA PROPOSTA DE FARAÓ
1. Pragas atingem o Egito
    A dureza do coração do faraó teve um preço muito alto para todo o povo egípcio. Mas, em Êxodo 4:21 e 7:3 há uma afirmação que parece contraditória em relação ao caráter divino, pois o próprio Deus disse que endureceria o coração do faraó, atitude essa que parece ser um pouco injusta. Porém, o que se deve ser considerado aí é o fato de que sendo esse  um homem que certamente por toda a sua vida cometeu grandes injustiças e por ter uma mentalidade totalmente voltada para o mal, realmente nunca se arrependeria mesmo diante das manifestações de milagres e Jeová bem sabia disso, pois Ele conhece perfeitamente a cada um de nós; então, como sua condenação estava já decretada, o Senhor o usou como um instrumento para mostrar a todos de que nada adianta o homem lutar contra o seu infinito poder. Para entender a intenção do faraó e não aceitar suas propostas, Moisés precisou realmente ter a capacidade de discernir entre o certo e o errado, ou seja: saber que o Senhor não aprovaria aquela atitude; pois ele, como homem, poderia achar mais fácil aceitar suas determinações estabelecendo assim um bom relacionamento político entre Israel e o Egito e, ao mesmo tempo, dizer que estava cumprindo a vontade de Deus, a qual consistia somente em promover atos de adoração. Mas ele, sendo um servo fiel e temente, sabia que o Senhor não aceitaria uma adoração parcial, o que seria algo incompleto sendo feito apenas de aparência.
    Discernimento espiritual é o que falta na vida de muitos crentes que são constantemente enganados por não saberem a diferença entre o que é de Deus ou não. E o pior é que alguns, quando conseguem discernir, preferem se calar por medo e, sob o pretexto de não poderem julgar, deixam o pecado crescer até mesmo dentro da igreja. Para evitar isso é necessário saber que a palavra “julgar” não significa simplesmente condenar, mas também “avaliar” ou “entender” a origem de uma situação, ação essa totalmente indispensável para se poder ajudar quem está vivendo no erro sem ser tolerante e conivente com o seu pecado.
1ª Jo 4:1; 1ª Co 12:10
2. A primeira proposta
    Depois das quatro primeiras pragas (águas se tornaram em sangue, as rãs, os piolhos e as moscas), o faraó fez a primeira proposta a Moisés (Êx 8:25): que sacrificassem a Deus ali mesmo no Egito. Mas, Moisés recusou porque tal atitude representaria falta de santidade, pois Deus é santo e não receberia sacrifícios feitos numa terra idólatra.
    A tolerância ao pecado através da aceitação de práticas anti-bíblicas é um dos problemas que mais atingem a igreja atual. Deus nos chamou para a separação, e isso inclui saber diferenciar entre o que agrada e o que desagrada ao Senhor. Sacrificar no Egito significa fazer uso de coisas mundanas e ainda dizer que elas são sagradas. Boas obras, amor, esforço no ministério, fé, perseverança e crescimento perdem o seu valor se o santuário espiritual estiver sendo profanado por nossas atitudes. As consequências disso são drásticas tanto para os maus líderes quanto para aqueles que seguem seus ensinamentos.
Ap 2:19-23

II - FARAÓ NÃO DESISTE
1. A segunda proposta de Faraó
    Diante da recusa de Moisés à primeira proposta devido ao fato de que os egípcios os apedrejariam pelo motivo de que os animais que seriam sacrificados eram considerados sagrados por eles, o faraó disse que poderiam ir ao deserto, desde que não fossem muito longe (Êx 8:28). A princípio, Moisés teria aceitado, pois, certamente, quando estivesse com o povo no deserto, não mais voltaria ao Egito, só que o faraó, talvez já desconfiado disso, mais uma vez não cumpriu sua promessa de liberar a saída dos hebreus.
    Espiritualmente, a expressão “não ir muito longe” significa “não se aprofundar”, ou seja: servir a Deus parcialmente não deixando por completo os desejos e as práticas malignas em seu modo de viver. A Palavra de Deus é bem clara em relação aos que seguem a dois senhores, se dividem em dois pensamentos e vivem em mornidão espiritual.
1ª Rs 18:21; Mt 6:24; Ap 3:15,16
2. A terceira proposta de Faraó
    Depois de mais três pragas (peste nos animais, úlceras e saraivas), diante da ameaça divina de mandar uma praga de gafanhotos, o faraó fez uma terceira proposta (Êx 10:7): que somente os homens fossem. Porém, Moisés mais uma vez recusou, pois Isso significaria a desunião da família, uma estratégia de Satanás que deixaria os filhos hebreus sem seus pais e as mulheres sem seus maridos, as quais estariam sujeitas a casar-se com egípcios e também os homens israelitas acabariam se envolvendo com mulheres de outros povos pelo caminho. Isso representaria o fim do povo escolhido por Deus.
    Hoje, o inimigo tenta de várias maneiras destruir as famílias, pois sabe que em lares desestruturados ele tem mais liberdade para agir implantando o ódio e os costumes malignos.
Mt 19:4-6

III - A PROPOSTA FINAL DE FARAÓ
1. A situação caótica do Egito
    Após a praga dos gafanhotos, o Egito havia se tornado um lugar quase inabitável  devido a grande destruição que havia assolado aquela nação. A rebeldia do faraó custou um preço muito alto para todo o povo egípcio, enquanto que os israelitas, mesmo vivendo ali, no espaço de terra em que ocupavam, nenhum mal aconteceu, pois o Senhor os protegeu. O orgulho do arrogante faraó, mesmo diante tanta demonstração do poder divino, foi tão forte que o cegou a ponte de ele não se importar com as consequências de suas atitudes, e isso não lhe permitia enxergar que não há como lutar contra Deus.
   O motivo de muitos não prosperarem em sua vida espiritual e até material é a existência de um coração endurecido que não aceita mudanças que contrariem sua costumeira rotina de pecado. Se dizer cristão e agir em desacordo com a Bíblia nada mais é do que viver a fantasia de um falso evangelho.
Ef 4:17-20
2. A quarta e última proposta
    Em meio a praga das trevas, o faraó autorizou a saída de todos os israelitas, menos o gado (Êx 10:24); então, Moisés recusou mais uma vez e novamente o faraó mudou de ideia. Aceitar aquela proposta significaria se apresentar de mãos vazias diante de Deus, já que a adoração dependia do sacrifício de animais. O resultado dessa atitude do rei foi a morte de todos os primogênitos do Egito, e apenas depois disso, ele não só permitiu como também exigiu a saída do povo; mas o que pareceu ser um arrependimento, foi apenas um sentimento momentâneo, pois ele os seguiu pelo deserto e acabou morrendo no mar.
    Em sentido espiritual, para nós, isso significa querer viver um Evangelho sem cruz, ou seja: “adorar” sem oferecer nada, como se fosse possível servir sem trabalhar; isso é seguir uma religião por emocionalismo em nome de interesses pessoais. Essa é uma característica típica de quem só se preocupa com a vida terrena não dando a devida importância à salvação da própria alma. O fruto disso é a morte, e ela pode ocorrer em vários sentidos.
2ª Co 4:18

Conclusão
    O faraó fez várias propostas, as quais até poderiam ser interessantes, mas Moisés, guiado por Deus, teve sabedoria e coragem para recusar a todas elas, pois mesmo sabendo que estava lidando com um homem poderoso que tanto poderia ajuda-los quanto mata-los, sabia também que aquEle que estava com ele é infinitamente maior do que qualquer poder humano.
    A maior falha de muitos crentes é se deixarem enganar por pessoas que têm apenas aparência de cristãos, mas que distorcem as Escrituras e nenhum compromisso têm com Deus. A melhor defesa contra o engano espiritual é a Bíblia Sagrada; pessoas sábias não aceitam tudo, mas antes, por meio da oração e da leitura da Palavra, procuram discernir sua origem e autenticidade.
Cl 2:4
Edição e comentário: Jonas M. Olímpio

DICIONÁRIO
Abominação: Impuro, nojento, repulsivo, reprovável, maldito.
Ardiloso: Que emprega ardis; astucioso, destro, enganador, sagaz, velhaco.
Astuto: Sagaz, engenhoso, esperto.
Avidez: Desejo intenso.
Baal: Significa "Dono, Senhor, Marido. O principal "deus" da fertilidade em Canaã. O culto a Baal foi uma das piores tentações dos israelitas, desde os tempos antigos (Jz 2:13; 1º Rs 16:31-32). Havia várias formas de Baal, que eram encontradas em diversas cidades, como se pode ver nos três verbetes seguintes. "Baalins" é o plural de "Baal" (Jz 2:11). Sua companheira era Aserá.
Caótico: Em estado de caos; confuso, desordenado.
Coeso: Firmemente unido ou ligado. Associado. Harmônico.
Coxear: Andar manquejando; claudicar. Vacilar. Estar incompleto, ser imperfeito.
Discernimento: Discernir significa saber a diferença, perceber o verdadeiro significado de algo ou a intenção de alguém com clareza.
Dissolução: Ato ou efeito de dissolver. Desfazer um acordo ou um relacionamento. Lascívia (sensualidade, imoralidade sexual).
Ecumenismo: União ou reunião de religiões diferentes.
Flagelo: Azorrague para açoitar. Tortura. Castigo. Calamidade.
Imperativo: Que ordena, que governa, que manda com autoridade. Que tem caráter de ordem. Modo dos verbos que exprime ordem, exortação ou súplica. Ordem, ditame, dever.
Iniquidade: Falta de eqüidade (retidão). Pecado que consiste em não reconhecer igualmente o direito de cada um, em não ser correto, em ser perverso.
Jezabel: Filha do rei dos Sidónios Etbaal; seu casamento com Acabe foi o resultado de uma aliança que tinha como objectivo fortalecer as relações entre Israel e a Fenícia. A sua história é conhecida através do Primeiro Livro de Reis do Antigo Testamento. Continuou a adorar os deuses fenícios, mas não se limitou a isso, pois combateu o Deus de Israel. Recorreu ao dinheiro do tesouro público para sustentar os 450 profetas (ou sacerdotes) do deus Baal e os 400 profetas da deusa Achera (deusa fenícia da fertilidade). Elias derrotou todos os profetas de Baal, que morreram. Quando Jezabel soube disto ficou furiosa, pretendendo mandar matar Elias, que teve fugir para Judá.Um comandante chamado Jeú liderou uma revolta contra a família real, na qual matou o filho de Jezabel, Jorão. Quando Jezabel soube da revolta pintou os olhos e adornou a cabeça, desafiando Jeú da janela do palácio. Este ordenou aos eunucos da rainha que a atirassem da janela (defenestração): Jezabel morreu, tendo o seu sangue atingido as paredes e os cavalos. Uns cães que por ali passavam devoraram o corpo da rainha. Por causa desta rainha o nome "Jezabel" encontra-se associado como exemplo ou figura de prostituição e idolatria, assim como é citada em Apocalipse 2:20.
Ló: Significa "Coberta". Filho de Harã e sobrinho de Abraão (Gn 11:31). Ló foi morar perto de Sodoma (Gn 13:5-13), cidade que ele abandonou antes de ser destruída (Gn 19:1-29). De Ló descendem os moabitas e os amonitas (Gn 19:30-38).
Mamom: É um termo derivado da Bíblia, usado para descrever riqueza material ou cobiça, na maioria das vezes. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica "Mamom" (מָמוֹן), que significa literalmente "dinheiro". Mamon não era o nome de uma divindade, como muitos pensam, e sim um termo de origem hebraica que significa dinheiro, riqueza, ou bens materiais. Jesus, no Evangelho, utiliza a palavra quando afirma que não é possível servir simultaneamente a Deus e a Mamon (Lucas 16:13).
Miscigenação: Reprodução por conjugação de indivíduos de raças ou, mesmo, espécies diferentes. Mistura de raças.
Nefasto: Nocivo, danoso, prejudicial.
Persuasivo: Que tem o poder, o dom de persuadir; aquele que tem grande capacidade para convencer.
Reiterar: Fazer de novo; renovar, repetir.
Requerer: Pedir; solicitar. Exigir.
Revestir: Tornar a vestir; vestir por cima.

AUXÍLIO COMPLEMENTAR
SEQUÊNCIA DE ACONTECIMENTOS DURANTE AS PRAGAS DO EGITO
Todas as referências bíblicas se encontram no livro de Êxodo
Moisés e Arão foram falar com Faraó pela primeira vez.
5:1-5
O faraó castiga os israelitas aumentando o seu serviço.
5:6-14
Os israelitas foram se queixar com o faraó, mas não foram atendidos.
5:15-19
Os israelitas murmuram contra Moisés e Arão.
5:20-23
Deus encoraja Moisés a falar novamente com o faraó.
6:28; 7:1-5
Moisés e Arão falaram com faraó fazendo sua vara se tornar em serpente, mas seu coração estava endurecido e ele novamente se recusou a deixar o povo sair.
7:6-13
1ª praga: as águas se tornaram em sangue (os peixes morreram e as águas ficaram contaminadas)
7:14-24
2ª praga: as rãs (inúmeras rãs saíram das águas e cobriram totalmente a terra)
8:1-15
3ª praga: os piolhos (Todo o pó da terra do Egito foi transformado em piolhos)
8:16-19
4ª praga: as moscas (a terra foi coberta por enxames de moscas)
8:20-32
A primeira proposta do faraó: que sacrificassem a Deus ali mesmo no Egito
8:25
A segunda proposta do faraó: que sacrificassem no deserto, mas não fossem muito longe
8:28
5ª praga: a peste nos animais (todo o gado dos egípcios ficou doente e morreu)
9:1-7
6ª praga: as úlceras (feridas surgem na pele dos egípcios)
9:8-12
7ª praga: a saraiva (chuva de pedra e fogo causou grande destruição e morte)
9:13-35
8ª praga: os gafanhotos (gafanhotos cobriram o céu do Egito e destruíram o restante da plantação que havia escapado da saraiva)
10:1-20
A terceira proposta do faraó: que somente os homens fossem sacrificar
10:7
9ª praga: as trevas (houve completa escuridão durante três dias; só havia luz sobre as casas dos escravos hebreus)
10:21-29
A quarta proposta do faraó: que todos fossem, mas deixassem o gado
10:24
Instituição e celebração da primeira páscoa
12:1-28
10ª praga: a morte dos primogênitos (os filhos mais velhos de cada família mais velha, inclusive o do faraó, foram mortos)
11:1-12:33
Faraó pede a Moisés e Arão que tirem os israelitas do Egito
12:31-36
A saída dos israelitas do Egito
12:37-50
Edição e comentário: Jonas M. Olímpio

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 1º Trimestre de 2014 - Uma Jornada de Fé - Lição 3 | Jonas M. Olímpio

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