segunda-feira, 25 de março de 2013

A Morte de Eliseu

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD   |  1º Trimestre de 2013 - Lição 13  |  Jonas M. Olímpio

As obras que realizamos
não são destruídas com
a nossa morte, pois o
poder de Deus não está
limitado a nossa vida
TEXTO ÁUREO
    E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram uma tropa, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem, e tocando os ossos de Eliseu, reviveu, e se levantou sobre os seus pés (2º Rs 13:21).

VERDADE PRÁTICA
    O último milagre relacionado à vida de Eliseu demonstra o poder e o exemplo de um homem que ama e teme a Deus.

PALAVRA-CHAVE
    Morte: Término das atividades vitais do ser humano sobre a terra.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2º Reis 13:14-21
14 - E Eliseu estava doente da enfermidade de que morreu, e Jeoás[1], rei de Israel, desceu a ele, e chorou sobre o seu rosto, e disse: Meu pai, meu pai, o carro de Israel, e seus cavaleiros!
15 - E Eliseu lhe disse: Toma um arco e flechas. E tomou um arco e flechas.
16 - Então disse ao rei de Israel: Põe a tua mão sobre o arco. E pós sobre ele a sua mão; e Eliseu pôs as suas mãos sobre as do rei.
17 - E disse: Abre a janela para o oriente. E abriu-a. Então disse Eliseu: Atira. E atirou; e disse: A flecha do livramento do SENHOR é a flecha do livramento contra os sírios; porque ferirás os sírios; em Afeque[2], até os consumir.
18 - Disse mais: Toma as flechas. E tomou-as. Então disse ao rei de Israel: Fere a terra. E feriu-a três vezes, e cessou.
19 - Então o homem de Deus se indignou muito contra ele, e disse: Cinco ou seis vezes a deverias ter ferido; então feririas os sírios até os consumir; porém agora só três vezes ferirás os sírios.
20 - Depois morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas[3] invadiram a terra à entrada do ano.
21 - E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram uma tropa, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem, e tocando os ossos de Eliseu, reviveu, e se levantou sobre os seus pés.
    
INTRODUÇÃO
·         Muitos encaram os homens de Deus como verdadeiros super-heróis e se esquecem que eles são seres humanos comuns e mortais como qualquer um de nós.
·         Em sua vida de total dedicação ao Senhor, o profeta Eliseu exerceu um poderoso ministério de profecias e milagres; porém, a velhice chegou e, com ela, as limitações causadas por uma enfermidade e, consequentemente, a morte.
·         Essa é a prova de que não importa o quanto Deus venha a usar poderosamente seus servos aqui na terra, mas todos estamos sujeitos à fraqueza, sofrimento, escassês e doenças.
·         Nossa espiritualidade não define as situações que podemos enfrentar em nossa caminhada; muitos servos de Deus sofreram amargamente, mas continuaram firmes sem se entregar a fraqueza:
E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar. 8Acerca do qual três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim. 9E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. 10Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte.
(2ª Co 12:7-10)

I - A doença terminal de Eliseu
1. A velhice de Eliseu
·         A última menção bíblica de um trabalho de Eliseu está em 2º Reis 9:1, a qual narra a ocasião em que ele chamou um dos filhos dos profetas e o mandou entregar uma profecia a Jeú[4].
·         Após esse episódio, ele só é mencionado novamente no capítulo 13 a partir do versículo 14, quando, já estando muito enfermo, recebeu uma visita do rei Jeoás; os pesquisadores acreditam que até esse período se passaram cerca de quarenta anos, então Eliseu deveria estar com a idade de aproximadamente 80 anos.
·         Sua caminhada ministerial ao lado de Elias começou ainda em sua juventude, numa fase da vida em que ele era cheio de saúde e disposição; com o tempo, veio a velhice e a doença, mas isso não abalou sua fé e ele profetizou até o final da sua vida.
·         Um obreiro dígno, quando chega ao final de sua caminhada, pode ter o privilégio de dizer que toda a sua vida foi um sacrifício que agora está sendo consumado diante do Senhor e pode partir em paz tendo a plena certeza de que todo o seu esforço valeu a pena:
Mas tu sê sóbrio[5] em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. 6Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo. "
(2ª Tm 4:5,6)

2. O sofrimento de Eliseu
·         Na Bíblia não está relatado qual seria essa doença, mas era algo muito grave, pois o levou à morte.
·         Não há registro de detalhes sobre a sua situação naquele momento, mas, como bem sabemos, não há nenhuma enfermidade mortal que não cause sofrimento; o texto nos dá a entender que ele nem mais saía da cama ou de casa, pois o rei Jeoás, quando o visitou, chorou mesmo vendo que ele estava vivo. Então dava para perceber que ele não escaparia da morte.
·         Porém, a debilitação física não tirou de Eliseu a saúde espiritual, pois ele continuou recebendo e transmitindo as mensagens divinas até os seus últimos momentos.
·         Um obreiro fiel não sofre com pena de si mesmo se colocando como vítima de injustas perseguições, pois ele se vê como um soldado numa grande guerra na qual cada batalha vencida é uma missão cumprida em favor do Reino que ele defende, e sabe que, no final, sua grandiosa recompensa o espera:
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. 8Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
(2ª Tm 4:7,8)

II - A profecia final de Eliseu
1. A ação de Deus na profecia
·         O que mais se ouve dizer atualmente são frases do tipo: "Eu profetizo sobre a tua vida!"; porém, tendo a Bíblia como nosso único manual de fé e conduta, podemos afirmar que tal afirmação é uma tremenda heresia do ego humano, pois as Escrituras Sagradas dizem exatamente o contrário, como podemos observar em 2ª Pedro 1:20,21: "Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. 21Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo".
·         Outros exemplos que temos para refutar esses modismos neopentecostais estão na atitude de Eliseu, pois ele, como podemos observar em 2º Reis 2:21 e 3:16, sempre usava o nome do Senhor cada vez que entregava uma profecia, deixando bem claro que apenas estava falando aquilo que Deus mandou e não aquilo que ele queria dizer ou desejava que acontecesse.
·         Hoje em dia também se usa muito a música para sensibilizar o povo, mas através da atitude de Eliseu em 2º Reis 3:15, aprendemos que até para usar o louvor durante uma profecia é necessário estar inspirado por Deus para que Ele confirme o que o profeta está dizendo.
·         Todas as nossas ações devem ser totalmente controladas pelo Espírito Santo, pois é Ele quem deve nos usar e não nós usarmos a Ele falando seu nome em vão; pois as manifestações espirituais são decorrentes de nossa obediência e não de nossas determinações humanas:
A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas[6] de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, 5para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus."
(1ª Co 2:4,5)

2. A participação humana na profecia
·         Em sua última profecia, falando com Jeoás, Eliseu se indignou com sua falta de fé, pois o mesmo parece não ter dado muito crédito e não respeitou sua simbologia parando de atirar suas flechas ao chão no terceiro lançamento; esse ato simbolizava o tanto de vitórias que Israel teria sobre os siros, e eram necessárias cinco ou seis vitórias para consumi-los de vez e não apenas três.
·         Eliseu não transformava a mensagem de Deus em show; portanto, se ele mandou o rei tomar aquela atitude com as flechas durante sua mensagem, ele deveria ter obedecido. Devido a existência de tantos "animadores de palco" nas igrejas de hoje, muitas vezes também agimos como Jeoás, não querendo nos arriscar a fazer tudo o que nos é falado, e essa falta de discernimento tem nos levado a perder muitas bênçãos.
·         Numa profecia, o ser humano é o "carteiro" e não o remetente da carta, ou seja: ele não pode profetizar o que quer, mas apenas entregar o conteúdo que o Autor mandou, caso contrário, ele está cometendo o crime  de "violação de correspondência": um terrível pecado por falar o que Deus não mandou.
·         Dizer o que pensa e agir da maneira que quer é uma característica típica de quem tem o espírito do mundo, mas os que verdadeiramente trabalham para Deus e são realmente cheios do Espírito Santo se deixam inspirar por Ele antes de abrirem a boca ou tomarem qualquer atitude:
Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 13As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
(1ª Co 2:12,13)

III - O último milagre de Eliseu
1. A eternidade e fidelidade de Deus
·         O último milagre realizado através de Eliseu foi realmente fora do comum: um homem morto, jogado em sua sepultura, quando seu corpo tocou nos ossos do profeta, ressucitou imediatamente.
·         Esse fato, infelizmente, tem servido como base para algumas crenças heréticas que pregam a adoração aos "santos" mortos por crerem que seus espíritos possam fazer milagres, mas é preciso saber diferenciar o própósito de Deus da filosofia espírita, pois o poder não estava nos ossos, mas sim nas mãos daquEle que, por seus propósitos, quis agir dessa forma naquele momento.
·         Basicamente, podemos observar duas importantes revelações do caráter divino: Deus é eterno, pois a ação da morte não impede o seu poder e suas palavras se cumprem ainda que o seu profeta não tenha mais vida.
·         Talvez Jeoás possa ter pensado que a profecia de derrota diante dos siros tenha perdido a validade com a morte de Eliseu, mas Deus lhe mostrou que seu poder vai infinitamente além da morte.
·         Isso serve de lição para muitos crentes de hoje que acreditam, por exemplo, que quando um "profeta" se desvia do caminho do Senhor, suas profecias perdem a validade. Uma coisa que jamais devemos esquecer é que Deus se responsabiliza pela sua Palavra e não pela conduta do pregador:
Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia[7], mas outros de boa mente; 16uns por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho; 17mas outros, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. 18Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento, ou em verdade, nisto me regozijo e me regozijarei ainda."
(Fp 1:15-18)

2. A honra de Eliseu
·         Esse último milagre serviu também para honrar a Eliseu, o qual mesmo depois de morto ainda foi lembrado e usado por Deus.
·         Servir a Deus mesmo em meio a grandes dificuldades tem suas recompensas, pois seus verdadeiros servos jamais são esquecidos por Ele, e mesmo quando não mais estão aqui, seu nome e sua história são lembrados e nos servem como exemplos de como prosseguirmos em nossa caminhada; e isso vale tanto para os personagens bíblicos quanto para todos os demais que o serviram e os que o servem fielmente.
·         Elias foi corporalmente arrebatado vivo e Eliseu continuou sendo um instrumento divino mesmo depois de morto; isso mostra que o Senhor tem diferentes propósitos com cada um de nós, por isso não devemos censurar e nem invejar a forma como Ele usa a cada um.
·         Cada servo de Deus foi usado de uma maneira em particular, e todos alcançaram a honra de serem lembrados por aquilo que fizeram. Nossa história é escrita dia-após-dia a cada passo que damos; o final dela e a forma como seremos lembrados dependem de nossa conduta:
Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala. 5Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus.
(Hb 11:4,5)

IV - O legado de Eliseu
1. Legado sócio-cultural
·         Como bem sabemos, Eliseu era o responsável pela escola de profetas; embora esse tenha sido um de seus maiores legados[8], o que ele deixou para a humanidade vai muito além tanto na área espiritual quanto moral e social.
·         Como é possível se notar em 2º Reis 4:13, Eliseu era tão respeitado no reino de Israel que tinha condições de pedir ao rei o que precisasse;
·         Assim podemos, mais uma vez, comprovar sua honestidade e desprendimento material, porque ele jamais usou seu poder de influência política em benefício próprio.
·         Um autêntico homem de Deus não prioriza seu próprio conforto e nem explora a igreja em nome da sua necessidade, pois ele sabe que o Senhor a supre; sendo assim, ele se gasta e se oferta entregando-se por amor das almas as quais ele deseja conquistar e discipular:
Eis aqui estou pronto para, pela terceira vez, ir ter convosco e não vos serei pesado; pois que não busco o que é vosso, mas, sim, a vós; porque não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos. 15Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado."
(2ª Co 12:14,15)

2. Legado espiritual
·         O profeta Eliseu seguiu os passos de Elias e procurou fazer ainda mais em seu ministério; jamais devemos nos contentar com o que conquistamos em nossa vida espiritual, pois, para o Senhor, temos que fazer sempre o melhor e mesmo assim ainda será pouco pelo que Ele merece.
·         A lista de milagres e fatos marcantes na vida de Eliseu é extensa, porém todos esses acontecimentos apenas vieram a se realizar porque um dia ele deixou tudo o quanto tinha para seguir o seu chamado.
·         Os seus atos, até os dias de hoje, têm sido uma fonte de inspiração e exemplo a todos aqueles que se propõem a servir fielmente a Deus.
·         Nosso crescimento espiritual é uma vontade do próprio Senhor Jesus Cristo, pois Ele afirmou que os que nEle crêem podem  fazer obras ainda maiores do que as suas; obviamente, não temos mais poder do que Ele, mas, por sua graça e misericórdia, por nosso tempo de ministério ser maior que o seu, em questões de quantidade, essa promessa se torna uma realidade em nossa vida:
Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.
(Jo 14:12)

CONCLUSÃO
·         Ao lembrar de Eliseu, podemos definí-lo como o grande homem de Deus que embora fosse mestre nunca deixou de ser um servo tanto de Deus quanto daqueles a quem ele pode ajudar.
·         Ele nem mesmo se preocupou em deixar nada escrito a seu próprio respeito, apenas fez questão de que Jeová fosse visto e lembrado através dele.
·         No final de sua vida, mesmo estando com uma enfermidade mortal, ele não se entregou ao desespero e nem cobrou nada de Deus por tudo o que tinha feito; simplesmente trabalhou até o fim e pode, dessa maneira, ser poderosamente usado até mesmo após a sua morte.
·         O ministério de Eliseu foi marcado por sua humildade e simplicidade com as quais ele sempre exaltou a Deus e nunca a si próprio; essas virtudes, entre outras, o levaram a ser honrado até mesmo após a sua morte. Em que lugar você tem colocado Jesus Cristo em seu ministério? Isso faz a diferença entre o sucesso e o fracasso:
É necessário que ele cresça e que eu diminua.
(Jo 3:30)

Jonas M. Olímpio



O legado do profeta Eliseu
deixado a todos nós consiste em
exemplo para nos desprendermos
de tudo aquilo que possa nos
impedir de cumprir nosso
chamado e inspiração para
permanecermos firmes até o fim
[1]Jeoás: Significa “Javé Sustenta”. Décimo segundo rei de Israel, que reinou 16 anos (798-783 aC.) depois de Jeoacaz, seu pai (2º Rs 13:9-19; 14:8-16).
[2]Afeque: Afeca. Significa "área cercada". Existiram três cidades com esse nome: 1) Cidade cananéia próxima a Jezreel. 2) Cidade no território de Aser. 3) Cidade ao nordeste de Beirute na Transjordânia.
[3]Moabita: Descendente ou morador de Moabe.
[4]Jeú: Décimo rei de Israel, que reinou 28 anos (841-814 aC). Matou Jorão e reinou no lugar dele. Matou adoradores de Baal e também Jezabel e Acazias, rei de Judá, e os descendentes de Acabe (2º Rs caps. 9-10).
[5]Sóbrio: Moderado; controlado.
[6]Persuasivo: Que tem o poder, o dom de persuadir; aquele que tem grande capacidade para convencer.
[7]Porfia: Discussão, briga, contenda.
[8]Legado: Missão; continuação de um trabalho. Disposição, a título gracioso, por via da qual uma pessoa confia a outra, em testamento, um determinado benefício, de natureza patrimonial; doação "causa-mortis". Parte da herança deixada pelo testador a quem não seja herdeiro por disposição testamentária nem fideicomissário.

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD   |  1º Trimestre de 2013 - Lição 13  |  Jonas M. Olímpio

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