sábado, 29 de dezembro de 2012

Malaquias - A Sacralidade da Família

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 4º Trimestre de 2012 - Lição 13 | AD Belém - Setor 20 (Arujá/SP) - Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

   Atenção Professor!
    Após essa aula, seu aluno deverá estar apto a:
    >    Explicar o contexto social, a estrutura e a mensagem do livro de Malaquias;
    >    Reconhecer quais são as implicações de um péssimo relacionamento familiar;
    >    Conscientizar-se que é vontade de Deus vivermos  um bom relacionamento na família e na sociedade.

A união familiar sempre foi uma
das prioridades de Deus; é por
isso que as famílias que têm
Deus como prioridade são tão
abençoadas
Texto Áureo
    Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne (Gn 2:24).

Verdade Prática
    É da vontade expressa de Deus que levemos a sério o nosso relacionamento com Ele, com a família e com a sociedade.

Palavra-chave
    Família: Pessoas aparentadas, que vivem, em geral, na mesma casa, particularmente, o pai, a mãe e os filhos.

Leitura Bíblica em Classe
    Malaquias 1:1; 2:10-16 - Peso da palavra do SENHOR contra Israel, por intermédio de Malaquias[1]. Ml 2:10-16Não temos nós todos um mesmo Pai? Não
nos criou um mesmo Deus? Por que agimos aleivosamente[2] cada um contra seu irmão, profanando a aliança de nossos pais? 11Judá tem sido desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou o santuário do SENHOR, o qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho. 12O SENHOR destruirá das tendas de Jacó o homem que fizer isto, o que vela, e o que responde, e o que apresenta uma oferta ao SENHOR dos Exércitos. 13Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão. 14E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança. 15E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. 16Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio[3], e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais.

As bênçãos e as maldições
relacionadas à dízimos e ofertas
não são o assunto predominate
do livro de Malaquias; pois o
mais importante para Deus não
é isso e sim a fidelidade a Ele e
ao próximo
Introdução
·         Quando se fala sobre o livro de Malaquias, o que vem na nossa mente é o assunto “dízimos e ofertas”, mas esse não é o seu tema principal, pois o conteúdo básico desse livro se resume na importância da família como uma instituição sagrada.
·         Apesar de a idolatria ter sido banida do meio de Judá durante o cativeiro babilônico, seus problemas espirituais ainda não estavam resolvidos porque eles enfrentavam sérias crises em seu relacionamento com Deus e com a família.
·         Muitos achavam que bastava seguir uma religião e ter um casamento, mas a responsabilidade requerida por Deus vai muito além de rituais e compromissos formalizados, é preciso haver seriedade e amor.
·         Adão não escolheu a Eva e nem ela a ele, ambos foram preparados por Deus um para o outro; a razão de muitos casamentos não darem certo é que muitos cristãos não deixam a escolha por conta de Deus, e procuram satisfazer sua própria vontade seguindo os desejos de seu coração guiados por aquilo que parece agradável aos seus olhos [Gn 2:18 - E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea[4] para ele.].

O povo estava perecendo pela
negligência dos líderes religiosos,
os quais estavam se preocupando
muito mais com eles próprios do
que com a missão que lhes fora
confiada pelo Senhor
I - O livro de Malaquias
1. Contexto histórico
·         O livro de Malaquias não traz informações pessoais que identifiquem a origem e nem a gestão monárquica do período em que o profeta exerceu o seu ministério.
·         Porém, o seu conteúdo traz muitas evidências que nos permitem ter uma ideia sobre a sua época de atuação:
a)      O governador de Judá: conforme a tradução brasileira, o texto de Malaquias 1:8 mostra que, naquele tempo, Jerusalém era governada por um pehah - príncipe” ou “governador” -; um termo equivalente a esse é tirshata, que tem o mesmo significado, o qual foi aplicado na época de Esdras e Neemias. E, pelo contexto do livro, fica claro que o Templo de Jerusalém já havia sido reedificado, pois sua mensagem é dirigida diretamente aos seus sacerdotes, conforme está escrito em Malaquias 1:6.
b)      A indiferença religiosa: o conteúdo de sua mensagem é muito semelhante ao de Ageu e Zacarias: denuncia o desinteresse do povo pelas coisas de Deus; fala sobre a degeneração moral, critica o divórcio e o casamento com mulheres de outros povos, e trata sobre a preocupação em ofertar para a manutenção da Casa do Senhor. Esses relatos se constituem em fortes evidências de que se trate do período do 20º ao 32º ano de governo do rei Artaxerxes, entre os anos 445 a 433aC.
·         Embora toda a história de Israel seja semelhante em seus diferentes períodos, cada época se difere por algumas particularidades e, nesse caso, a diferença em particular está em uma grande mornidão espiritual e desinteresse pelas coisas sagradas;
·         Essa indiferença espiritual provocara a ira divina de uma tal forma que Ele usou o ministério do profeta Malaquias para denunciar seus pecados, alertando-os sobre as consequências do seu descaso em relação às coisas sagradas [Ml 1:1 - Peso da palavra do SENHOR contra Israel, por intermédio de Malaquias.].

A missão de um servo de Deus
vai muito além da ostentação de
títulos ministeriais, ela inclui
desprendimento, dedicação e
muito amor a Deus e ao próximo
2. Vida pessoal de Malaquias
·         A identificação da pessoa do profeta Malaquias é um tanto difícil devido ao fato de seu livro não expor sua genealogia ou parte dela como o nome de seu pai, por exemplo, como é o caso de muitos outros profetas.
·         Malaquias em hebraico é mal’achi e significa “meu mensageiro”; na Septuaginta esse termo é traduzido como angelo sou, ou seja: “seu mensageiro”, “seu anjo”.
·         Esse termo pode estar se referindo tanto a um nome próprio quanto a um título; nesse caso, ele é aceito como sendo o nome do profeta, pois se fosse um título, o escritor - ou escritores - do livro seria anônimo, o que não parece e nem deve ser o caso.
·         Malaquias, assim como os demais profetas, não tinham como maior preocupação apresentar a si mesmo, mas fazer com que a Palavra dada por Deus fosse divulgada e entregue a quem deveria recebê-la [2º Tm 2:15 - Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.].

As mensagens divinas entregues
através do profeta Malaquias
não expressavam apenas a ira
de Jeová contra os pecadores,
mas também seu amor por eles
e seu desejo de perdoá-los e
abençoá-los
3. Estrutura e mensagem
·         Em nossa Bíblia, o livro de Malaquias possui quatro capítulos; já na Bíblia Hebraica, possui apenas três: os seis versículos do quarto capítulo estão inseridos no terceiro capítulo.
·         Praticamente todo o livro é uma sequência de perguntas e respostas feitas e respondidas pelo próprio Deus através do profeta, cujo seu conteúdo é o seguinte:
a)      1:2-5 - Primeiro oráculo: o amor de Deus por Israel.
b)      1:6-2:9 - Segundo oráculo: pecados dos sacerdotes.
c)       2:10-16 - Terceiro oráculo: pecados da comunidade.
d)      2:17-3:5 - Quarto oráculo: a justiça divina.
e)      3:6-12 - Quinto oráculo: ofensas rituais.
f)       3:13-18 - Sexto oráculo: os servos de Deus.
g)      4:1 - Ameaça aos pecadores.
h)      4:2,3 - Triunfo para os justos.
i)        4:4-6 - Restauração dos relacionamentos entre pais e filhos e entre o povo de Deus.
·         A negligência dos sacerdotes em ensinar o povo de forma correta os mandamentos sagrados, estava levando toda a nação a um verdadeiro caos espiritual e moral;
·         Sua mensagem é uma denúncia contra esses sacerdotes que desonravam ao Senhor com suas atitudes, chegando inclusive a roubar os dízimos e ofertas que eram entregues no Templo [Ml 2:1,7-9 -  Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. 7Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens buscar a lei porque ele é o mensageiro do SENHOR dos Exércitos. 8Mas vós vos desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei; corrompestes a aliança de Levi, diz o SENHOR dos Exércitos. 9Por isso também eu vos fiz desprezíveis, e indignos diante de todo o povo, visto que não guardastes os meus caminhos, mas fizestes acepção de pessoas na lei.].

O jugo desigual dificulta e até
impede que as duas partes
caminhem, trabalhem e
concluam seus objetivos juntos;
qualquer aliança fora dos
parâmetros de equilíbrio
estabelecidos por Deus tende a
quebrar provocando sérios
prejuízos
II - O jugo desigual
1. A paternidade de Deus (Ml 2:10)
·         Como Criador, é incontestável o fato de que Deus é o Pai de toda a humanidade.
·         Porém, individualmente falando, essa paternidade só pode ser legitimamente assumida se os seus filhos o reconhecerem como Pai;
·         Pois, conforme aprendemos em João 1:11-13 e em Gálatas 4:3-7, somos, na verdade, por Ele adotados como filhos a partir do momento em que recebemos o seu Filho Jesus como nosso Salvador.
·         A corrupção de sacerdotes e homens que se dizem religiosamente fiéis sempre foi comum inclusive nos dias de Jesus e, certamente, não está nada diferente nos dias atuais [Mt 23:27-30 - Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. 28Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade. 29Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos, 30E dizeis: Se existíssemos no tempo de nossos pais, nunca nos associaríamos com eles para derramar o sangue dos profetas.].

Quando alguém é infiel com
seu cônjuge está sendo infiel
também com Deus, pois o
casamento é uma instituição
sagrada e profanar algo
sagrado consiste em grave
pecado, o qual de maneira
alguma ficará impune
2. A deslealdade
·         O termo “desleal” se repete por cinco vezes em Malaquias 2:10-16, demonstrando claramente a insatisfação de Jeová com aquele povo.
·         A palavra deslealdade, em seu sentido original aqui expresso, significa “agir traiçoeiramente”, “agir com infidelidade”; essa era a situação em que muitos deles se encontravam por não obedecerem os mandamentos recebidos desde o princípios em relação a união conjugal com pessoas de outros povos;
·         Essa determinação, a qual está descrita em Deuteronômio 7:1-4, não se tratava de preconceito racial, mas sim de uma prevenção contra a mistura de um povo escolhido por Deus com pessoas que serviam a outros deuses;
·         Esse mesmo ensinamento é perfeitamente válido para os dias atuais, conforme é confirmado em 2º Coríntios 6:14-18, aplicando-se à Igreja como povo de Deus, para que ela não se contamine matrimonialmente com aqueles que vivem no pecado e não professam a mesma fé [Hb 13:4 - Venerado[5] seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará.].

É impossível conviver bem
com alguém que exerça sua
fé em uma diferente religião,
porque qualquer ação ou
opinião de ambas as partes
será motivo de discussões, as
quais resultarão numa
inevitável separação
3. O casamento misto (Ml 2:11)
·         Malaquias 2:11 mostra claramente como os homens do povo de Judá traiam aos mandamentos sagrados casando-se com mulheres que serviam a falsos deuses.
·         Conforme relatado no versículo seguinte, a promessa para esses profanadores era a destruição, pois eles estavam confrontando diretamente a Deus por não obedecê-lo.
·         Esses casamentos misturados consistem em abominação perante o Senhor; o termo “abominação” sempre foi biblicamente aplicado em relação à idolatria, ao sacrifício de crianças e - entre muitos outros pecados -, ao homossexualismo, conforme podemos ver exemplos em Deuteronômio 7:25 e 12:31 e em Levítico 18:22 e 20:13.
·         Essa mistura desonrosa também é chamada de profanação, ou seja: um total desrespeito a tudo que é sagrado; no caso, uma desonra ao próprio corpo, o templo do Espírito Santo, de acordo com o que está escrito em 1ª Coríntios 6:18-20 [1ª Co 6:9-12 - Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? 10Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. 11E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. 12Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.].

Casamentos feitos por
interesse também costumam
terminar em divórcio; não há
como duas pessoas serem
felizes se a razão de sua união
for o amor por bens materiais
e não de um pelo outro
III - Deus odeia o divórcio
1. O relacionamento conjugal (Ml 2:11-13)
·         Malaquias 2:11-13 retrata explicitamente as dores sofridas pelas vítimas da crueldade do divórcio: as lágrimas, choros e gemidos são a situação de completa desolação em que se encontravam as mulheres de Judá abandonadas por seus maridos.
·         Socialmente, o divórcio e o segundo casamento podiam até ser considerado legítimo diante da lei humana, porém, diante de Deus, isso jamais foi reconhecido, pois o que Ele juntou não deu ao homem o direito de separar.
·         Essa rebeldia dos judeus que foram diabolicamente atraídos pela beleza das mulheres profanas interferiam totalmente em sua vida espiritual de uma forma que nem suas ofertas eram recebidas por Jeová.
·         A distorção dos mandamentos divinos, assim como atualmente, eram um grande problema naquela época, pois a Lei acerca do divórcio era clara: deveria haver um motivo que justificasse a separação do casal [Dt 24:1 - Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.].

Os matrimônios são selados
mediante a promessas de
fidelidade sobre quaisquer
circunstâncias feitas diante da
Palavra de Deus; romper esse
compromisso significa ter
mentido para Deus e,
inevitavelmente, trará trágicas
consequências
2. O compromisso do casamento
·         O compromisso do casamento vai muito além de papéis assinados e do formalismo da troca de um par de alianças, porque o seu verdadeiro valor é espiritual, ou seja: não é somente um compromisso assumido diante dos homens, mas também uma promessa de fidelidade feita diante de Deus.
·         A Bíblia nos ensina, em Eclesiastes 5:4, que Deus não nos obriga a votar, mas a partir do momento em que votamos somos obrigados a cumprir o voto; dentro desse contexto, podemos entender que não somos obrigados a casar, mas a partir do momento em que casamos somos obrigados a cumprir os votos matrimoniais.
·         Casamento não é um emprego ou qualquer outra coisa sobre a qual se possa mudar de ideia, desistir e trocar por outro que lhe agrade mais; quem isso faz é irresponsável e pecador diante de um ato considerado sagrado por Deus.
·         A separação conjugal, embora prevista na Lei de Moisés, foi claramente repudiada por Jesus; ela apenas foi tolerada devido a grande persistência do homem no pecado da infidelidade [Mc 10:2-5 - E, aproximando-se dele os fariseus, perguntaram-lhe, tentando-o: É lícito ao homem repudiar sua mulher? 3Mas ele, respondendo, disse-lhes: Que vos mandou Moisés? 4E eles disseram: Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar. 5E Jesus, respondendo, disse-lhes: Pela dureza dos vossos corações vos deixou ele escrito esse mandamento;
1ª Co 7:10 - Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido.].

A vontade de Deus é a felicidade
de seus fiéis através da constituição
de uma próspera família guiada e
fortificada dia após dia mediante
ao conhecimento e à obediência à
sua Palavra 
3. A vontade de Deus
·         A interpretação de Malaquias 2:15 parece ser um tanto complicada, mas ela simplesmente expressa a importância da monogamia[6]: um só homem para uma mulher e uma só mulher para um homem.
·         A poligamia[7] - que consiste em adultério - e o divórcio são desgraças que ultimamente tem assolado impiedosamente o mundo em que vivemos, e essas pragas são propagadas livremente em forma de cultura por pessoas que se dizem civilizadas e que nos censuram por sermos defensores dos valores morais e espirituais como se nós fôssemos os vilões e eles as vítimas.
·         Para evitar tais práticas pecaminosas é necessário muita oração e análise em todos os aspectos ao se escolher um cônjuge, pois é necessário ter em mente que essa deve ser a pessoa que Deus escolheu para passar o restante de sua vida ao seu lado aqui na terra.
·         Um casamento dentro da vontade divina consiste em fidelidade à uma única pessoa; mas, para isso, é necessário haver um verdadeiro amor e também temor a Deus e aos seus mandamentos [1ª Co 7:2- - Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.].

Uma noiva deve manter-se
fielmente pura à espera do
seu amado; de que maneira
você está aguardando a
vinda do seu Noivo?
Conclusão
·         Nos tempos de Malaquias, a desonra da instituição familiar era motivo de grande preocupação por parte dos verdadeiros sacerdotes e despertou a ira de Deus, o qual não deixou impune os praticantes dessa terrível abominação.
·         Os valores matrimoniais têm caído em descrédito até mesmo entre muitos que se dizem cristãos; e são os mesmo que defendem o divórcio que também costumam cultuar as doutrinas da prosperidade, pensando ingenuamente que Deus tem  se agradado de suas ofertas.
·         A família foi a primeira instituição criada por Deus, e a sua destruição representa o rompimento não somente de uma aliança entre um homem e uma mulher, mas sim de um pacto feito diante de seu Criador, o qual não deseja nada menos do que simplesmente a felicidade dos seus filhos.
·         O respeito e o amor mútuo são fatores essenciais para a edificação de um sólido casamento; o maior exemplo disso é o puro relacionamento entre a Igreja e Cristo, o seu Noivo [Ef 5:22-25 - Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; 23Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. 24De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. 25Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,].

Jonas M. Olímpio



A poligamia era uma prática
comum nos tempos antigos;
porém, esse costume de origem
pagã jamais foi aprovado, mas
apenas tolerado por Deus
durante um determinado tempo,
e, como vemos na Bíblia, todos
os seus servos que possuíram
mais de uma mulher, tiveram
sérios problemas por isso
[1]Malaquias: Foi contemporâneo de Esdras e Neemias, no período após o exílio do povo judeu na Babilônia em que os muros de Jerusalém tinham sido já reconstruídos em 445 aC. O Livro de Malaquias é um livro profético que faz descrições que mostram a necessidade de reformas antes da vinda do Messias. Por ser um livro curto e de acordo com a catalogação, Malaquias é o último dos profetas menores, tendo sido escrito por volta do ano 430 aC., sendo que o seu nome não é citado em mais nenhum livro da Bíblia.
[2]Aleivoso: Em que há aleive (calúnia). Que procede com aleive. Praticado com aleive. Calunioso.
[3]Repúdio: Renúncia, rejeição, recusa.
[4]Idôneo: Aquele que tem condições, competências, habilitações ou conhecimentos necessários para desempenhar determinado cargo ou determinada tarefa. Apto, capaz, competente, habilitado.
[5]Venerar: Adorar, reverenciar, respeitar.
[6]Monogamia: Estado conjugal em que um homem desposa uma única mulher ou uma mulher um só marido. União exclusiva de um macho com uma única fêmea.
[7]Poligamia: Estado conjugal em que um homem desposa várias mulheres ou uma mulher vários maridos.

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 4º Trimestre de 2012 - Lição 13 | AD Belém - Setor 20 (Arujá/SP) - Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

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